domingo, 17 de março de 2013

RAIKKONEN VENCE NA AUSTRÁLIA

Milagre australiano: Raikkonen sorri no pódio

Depois de largar em sétimo, Kimi Raikkonen contou com a estratégia para vencer.

Na primeira corrida da temporada de 2013 da Fórmula 1, o finlandês da Lotus bateu o segundo colocado Fernando Alonso.

Sebastian Vettel completou o pódio, e Felipe Massa chegou na quarta colocação.

Essa temporada promete...

Mas a Red Bull deve vencer!

Legal foi ver a Ferrari competitiva, pena que foi na chuva.

A temporada começou!

quinta-feira, 7 de março de 2013

VENEZUELA DE PORTAS ABERTAS?

Confesso que a morte do Hugo Chávez me deixou encucado.

Tentei escrever algo a respeito, mas não consegui achar uma forma de expressar o que sentia.

Por sorte o grande Flavio Gomes, da ESPN, escreveu um post maravilhoso a respeito do tema.

Para o bem ou para o mal, o texto é maravilhoso!

Por Flavio Gomes
http://flaviogomes.warmup.com.br/2013/03/gira-mondo-gira-42/#comments

SÃO PAULO – Hugo Chávez foi um libertador. É um dos heróis desta América Latina violentada por séculos que encontrou, ao longo dos anos, pouca gente de coragem para enfrentar o que de pior a espécie humana produziu.

Do seu jeito, porque na Venezuela não havia outro jeito, peitou as mais odiosas elites econômicas e políticas de seu país e do vizinho ao norte, e ganhou.

Ganhou no voto, ao contrário do que os obtusos guiados pela imprensa de sempre, cada vez menos relevante, imaginam. Tentaram tirá-lo do poder à força, mas o povo venezuelano o conduziu de volta a Miraflores.

Chamam-no de ditador. Um ditador que nunca teve medo de uma eleição. Que não deu um passo fora da Constituição de seu país. Que não partiu para a vendetta contra aqueles que chegaram, até, a defender seu assassinato em horário nobre de TV. Esses se retiraram do jogo democrático, covardes que são. E fugiram para a Flórida.

O comandante morre cedo, mas deixa uma herança política eterna, que se espalhou por sua querida América do Sul. Brasil, Bolívia, Equador e Uruguai, principalmente, ao seu modo, seguem os passos do bolivariano no sentido de defender sua autonomia e de se preocupar com os pobres, gerações de pobres estupradas por uma minoria abjeta que sempre deteve, e na maioria dos casos ainda detém, o poder econômico e político no continente.

Amar os pobres é algo que não entra na cabeça de uma parcela da sociedade.

Sua morte será comemorada em Miami, nas redações da “Veja” e dos jornalões e em alguns outros círculos desprezíveis formados por gente desprezível.

As ruas da Venezuela, porém, vão mostrar quem foi Chávez e o que ele representou. E, aí, aqueles que festejam sua morte e se preparam para tomar o país de volta perceberão que já não é mais possível.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O CASO KEVIN (1)

A ação da mídia

 
 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

UM FÃ ANIMAL


Depois de comemorar os gols de forma "meio NBA", agora Jô e Ronaldinho Gaucho inspiraram um "fã" bem diferente!


Coisas que o futebol faz! Muito legal mesmo!!!!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

MURICY, O TEMPO É SENHOR DE TODAS AS COISAS!



Todos que acompanham esse blog, sabem da "admiração" que eu tenho pelo sr. Muricy Ramalho.

Desde os tempos de São Paulo, em que o tricolor do Morumbi era obrigado a praticar o muricybol. Tempos em que ele deixou de lançar jovens talentos que poderiam ter rendido no São Paulo.

Tempos de improvisação, em que ótimos volantes se tornavam péssimos laterais.

Mas nada abalava esse competente treinador. Sim, por mais incrível que pareça ele tem méritos, é um bom técnico... Mas até aí tudo bem, o Vagner Mancini também é!

Mas sua falta de educação beira o desrespeito, a todos os torcedores e consumidores de futebol.

Figuras como ele só diminuem meu respeito a classe dos treinadores de futebol.

E mesmo campeões colhem os frutos por suas atitudes. Vejam o Mourinho.

Sua atitude para com a repórter da CBN na entrevista coletiva de domingo, beirou o inaceitável. Chegou a hora da federação tomar uma atitude e punir esse senhor.

Atitudes com a de domingo voltarão a se repetir...

Por essas e outras, o muricybol não se torna esporte olímpico!

Kkkkkkkkk

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

INGLATERRA BATE O BRASIL DO SEGUNDO ESCALÃO

Neymar novamente não foi bem e Brasil perde para a Inglaterra por 2 a 1

 

Por mais que grande parte dos brasileiros zombe do ranking de seleções da FIFA, ele traz uma verdade pouco discutida na mídia brasileira.

Hoje somos uma seleção de segundo escalão, que dependemos exclusivamente do talento de um único grande jogador. Mas não jogamos para ele!

E como a mídia adora apimentar o “conhecimento” do torcedor brasileiro com um clubismo sem sentido, esse único craque, Neymar, é achincalhado a cada partida ruim que a jóia santista faz pela seleção.

Esqueçamos que ele brilha pelo Santos em “partidas menores”, mas lá na Vila, ele é o dono da bola. Agora os comentaristas do depois afirmaram que ele não brilha contra times que jogam próximos em linhas defensivas....

Na seleção, muito mal montada e escalada, ele bateu cabeça com Ronaldinho e Oscar.

Com a facilidade de acompanhar todos os grandes campeonatos europeus, nos transformamos em grandes “entendedores” da tática apresentada pelo grande espetáculo proporcionado pelos estádios lotados da Europa, e nas belas imagens que as transmissões em HD nos proporcionam.

Dias desses acompanhei um clássico turco pela ESPN. Não que eu não goste, eu amo futebol, mas não podemos acreditar que eles têm a verdade absoluta sobre futebol.

Esse “conhecimento” nos faz acreditar que Taddei, Dante, Hulk, David Luiz, Adriano, Daniel Alves e até o Afonso, sejam grandes jogadores por brilharem na Europa.

Perdemos nossa identidade, e relegamos ao sempre respeitado futebol brasileiro um lugar cativo no “olimpo da mediocridade”.

Culpa do Playstation e do HD e da mídia tacanha brasileira, que ama o futebol europeu e despreza o futebol brasileiro.

O medo de sermos o futebol de verdade, que um dia fez com que fossemos respeitados em todo o mundo, hoje assola todos os que praticam futebol por aqui.

Medo esse, que o Corinthians não teve em Tóquio.
 
Essa é a solução para o futebol de uma seleção cada vez menos brasileira.

Sou considerado um dos blogueiros mais chatos por não acreditar que a Europa pratica o melhor futebol e menosprezar a essência do futebol brasileiro. Em tempos de 4-3-3, esquecemos que há pouco tempo atrás Romário era sinal de conquista de Copa do Mundo e não Puyol, Iniesta, Xavi, Fernando Torres...
 
Por melhor que sejam Xavi e Iniesta, não me venham compara-los com Romário!!!!! 

Na atualidade, Inglaterra e Brasil fazem um grande clássico do segundo escalão do futebol mundial!

E se esse pensamento continuar, as chances de perder a copa em casa é cada vez mais eminente.

Essa é a mais dura verdade, de um futebol que tenta a todo custo, ser cada vez mais europeu.

O monopólio das transmissões do futebol brasileiro, também tem grande parte de responsabilidade nessa situação. Mas isso é assunto para outro post...

A maior prova desse meu post, é que até a semana passada chutado do futebol brasileiro, o volante Casemiro, pode brilhar no Real Madrid a partir da semana que vem.

É esperar pra ver, mais uma realidade do futebol europeu!

Ou seria, mais um milagre?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O SUPER BOWL E A LUZ PRÓPRIA

O Baltimore Ravens fatura o Super Bowl 47 com apagão fora de campo


Muito da nossa baixa capacidade de organização vem do fascínio que a cultura americana traz aos nossos melhores organizadores.

Os profissionais brasileiros insistem em tentar criar efeitos “ianques” em eventos de identidade nacional.

É óbvio também o maior efeito que a mídia recebe de qualquer evento americano.

Claro que eles capricham!

Faz parte da cultura deles. Lá até campeonato de cuspe a distância recebe tratamento real.

Mas domingo a noite, a alta capacidade organizacional americana foi posta a prova, e logo na realização do SUPERBOWL XLVII, o maior evento da televisão americana.

Com uma audiência de quase 100 milhões de telespectadores, o evento realizado no Superdome de Nova Orleans teve todos os problemas que tanto afligem nossas transmissões.

A partida de futebol americano que define o campeão da NFL, foi disputada entre o Baltimore Ravens e o San Francisco 49Ers.

Tradicionalmente o evento é um primor de organização, não é a toa que a inserção comercial de 30 segundos na transmissão televisiva do espetáculo, custa espantosos 4 milhões de dólares.

Nesse ano tudo parecia correr bem. O jogo começou brilhante e os Ravens não tomavam conhecimento dos 49Ers.

Mas o famoso “show do intervalo” começou a mostrar as falhas do evento. Diante de uma plateia de 74 mil pagantes a estrela pop Beyoncé subiu ao palco para mais um espetáculo da NFL. E o que se viu no estádio foi uma colagem mal feita de seus maiores sucessos, sem contar que o som no estádio estava inaudível. Ah se fosse no Brasil!

Mesmo com uma bela produção, o show foi alvo de criticas.

Já na volta do intervalo Jacob Jones tentou devolver vida ao show da NFL, correndo para o mais longo touchdow da história do Super Bowl. Ledo engano!

Logo depois o mundo foi testemunha de uma queda de energia...

E o maior evento americano ficou as escuras!

Imagina se fosse aqui... Meu Deus!

E para desespero das emissoras presentes no evento, foi evidenciado que até os americanos falham.

Depois de uma longa espera de 35 minutos a luz voltou, e o Ravens ganhou. Mas aí já era tarde!

Temos de aprender com os erros dos outros também, como se os nossos não fossem bastante.

Sim, eles também falham! Mas tem luz própria.